A nova era de Spider-Man chega carregada de polémica: Peter Parker vira as costas a tudo o que conhecíamos do trepamuros. Evolução ou heresia friki?
Marvel voltou a agitar o tabuleiro com Spider-Man: Brand New Day, uma nova era que promete —ou ameaça, consoante a quem perguntares— reinventar radicalmente Peter Parker. O arácnido favorito de milhões de fãs abandona os traços que o definiram durante décadas, apostando num herói mais escuro, mais partido e muito menos reconhecível para quem cresceu com ele.
Esta rutura narrativa lembra inevitavelmente a polémica que já gerou o Brand New Day original de 2008, quando o pacto com Mefisto apagou de uma assentada o casamento com Mary Jane. Agora a história volta a reinventar-se, e a pergunta que todos os frikis fazem é a mesma: pode Spider-Man continuar a ser Spider-Man se renuncia à sua essência? O debate está servido em cada canto da internet.
Como coleccionadores, isto coloca-nos em modo alerta máximo: cada grande mudança em Spidey costuma vir acompanhada de novos designs, fatos alternativos e figuras exclusivas que não podemos deixar escapar. Olho à encomenda.




